Segunda-feira, 27 de Janeiro de 2020
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Mãe descobriu em brincadeira que filha foi abusada por professora de creche

Publicada em 28/06/19 às 09:23h - 40 visualizações

por Viviane Oliveira


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 (Foto: Divulgação)

Foi durante brincadeira com a mãe que uma menina de 3 anos contou sobre o comportamento da professora de 45 anos que está sendo investigada sob suspeita de abuso sexual contra alunos da creche onde ela trabalha, no município de Rio Verde de Mato Grosso, distante 207 quilômetros de Campo Grande. “Com celular, a mãe gravou o depoimento da filha e entregou o áudio à polícia”, disse o pai de 34 anos. Até agora, onze famílias procuraram à delegacia para formalizar a denúncia.

Por telefone, o pai contou à reportagem que no começo do mês a filha chegou em casa com vermelhidão na área genital. “Ficamos desconfiados. Ela nunca teve assadura. No outro dia, minha esposa comentou o caso com uma conhecida que trabalha no Conselho Tutelar”. Durante a conversa, a mulher relatou que a professora da escola havia sido afastada sob suspeita de molestar crianças na unidade.

Foi então que os pais foram à delegacia registrar boletim de ocorrência. Na sequência, a menina foi submetida a exame pericial. “O perito confirmou o abuso dizendo que houve manipulação”, lamentou. Inicialmente, a vítima não conseguiu contar para a psicóloga sobre o fato. Mas durante brincadeira com a mãe, a criança relatou como acontecia os abusos e citou o nome das coleguinhas que também haviam passado pela mesma situação. O depoimento foi gravado pela mãe e o áudio entregue a polícia. O pai suspeita que os abusos ocorreram mais de uma vez.

Ele relatou que a professora trabalhava há 3 anos na instituição desde que a mulher dele saiu da ONG para assumir um concurso público. “Dois dos meus três filhos estão matriculados na creche. Um lugar bom, conceituado e de referência na cidade. Ficamos horrorizados com essa situação”, afirmou. De duas semanas para cá, a criança e o irmão não estão frequentando as aulas.

“Estou revezando com minha sogra para gente cuidar deles em casa. Eles vão voltar, mas ainda estamos tentando assimilar tudo o que aconteceu. Esperamos que seja feita Justiça”. Segundo o pai, a ONG vai disponibilizar psicólogo para atender as crianças que foram vítimas da professora. A ONG funciona há 30 anos na cidade e recebe verba da prefeitura. A reportagem tentou falar com Ana Andrade, titular da pasta da secretária de Educação, mas sem sucesso.




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